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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

50 anos da renúncia de Janio Quadros


A renúncia de Jânio Quadros à Presidência da República, um dos fatos mais inusitados da história do país, completa 50 anos nesta quinta-feira (25). Mesmo com uma gestão de apenas sete meses, Jânio alegou que “forças terríveis” o levaram a tomar esta decisão. A ação, que abriu caminho para o golpe militar de 64, fez com que o então presidente se tornasse uma das figuras mais complexas da política brasileira.

De acordo com a cientista política Vera Chaia, da PUC (Pontifícia Universidade Católica), o Brasil poderia ter evitado o regime militar se Jânio não tivesse renunciado.

- A partir da renúncia, os militares passaram a se organizar para potencializar um projeto político para o Brasil, que impediriam Goulart [João Goulart, vice que sucedeu Jânio após a renúncia] de governar de qualquer forma.

Já o cientista político Rogério Schmitt acredita que naquele momento histórico, a democracia não tinha defensores entusiastas. Para ele, tanto a esquerda, quanto a direita, tinham ameaças constantes de ruptura na ordem democrática.

- A questão era: quem daria o golpe primeiro. Neste caso, foram os militares.

Político controverso e articulador

Jânio-Quadros-hg-ae

Natural de Campo Grande, no Mato Grosso do sul, Jânio da Silva Quadros estabeleceu sua carreira política em São Paulo. Ele começou como professor na capital paulista, depois se elegeu vereador e deputado estadual, até se tornar prefeito em 1953. No ano seguinte, foi eleito governador do Estado de São Paulo, derrotando Adhemar de Barros, um dos seus maiores inimigos políticos.

Começou sob a bandeira do PDC (Partido Democrata Cristão), com o qual rompeu logo após. Em 1958, sempre mostrando desprezo pelos partidos, ganhou a eleição para deputado federal pelo Paraná no PTB (Partido Trabalhista Brasileiro).

Jânio tinha a intenção de chegar à Presidência. Com o apoio do partido conservador UDN (União Democrática Nacional) em 1960, que tinha como líder o governador do Estado da Guanabara (hoje, Rio de Janeiro), Carlos Lacerda, ele usou pela primeira vez o símbolo que o acompanharia por toda sua vida política: uma vassoura. O jingle que lhe deu a vitória foi o famoso “varre, varre, varre, varre vassourinha".

Como as regras eleitorais estabeleciam chapas independentes, João Goulart, do PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), foi eleito vice-presidente.

Para o historiador Newton Itokazu, da USP (Universidade de São Paulo), Jânio teve uma carreira política meteórica e era um grande articulador. Segundo ele, para se aproximar dos eleitores, Jânio simulava caspa no terno e comia sanduíches de mortadela durante os comícios. Para Itokazu, uma das características mais dissonantes era a formalidade que Jânio usava ao falar.

- Jânio teve uma carreira extraordinária e características populistas. Ele tinha costumes que o mantinham próximo do povo.

Bandeira de combate à corrupção

Com um apelo para a classe operária, que o considerava um líder carismático, Jânio atendia às expectativas da classe média para um governo mais dinâmico e honesto. Segundo Schmitt, ele foi um político com traços de personalidade muito forte.

- Jânio sabia como mobilizar os tons de um discurso. Ele era carismático, comovia as pessoas. Além da campanha de combate à corrupção, que o levou de vereador à Presidência em apenas 12 anos.

De acordo com a cientista política Vera Chaia, a principal característica de Jânio era a "ambiguidade". Com um caráter moralista, o presidente chegou a proibir o uso de biquínis nas praias do Rio de Janeiro e irritou os militares após condecorar o líder revolucionário Che Guevara com a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul. Além disso, esnobava os partidos e desfez todas as alianças políticas, inclusive com a UDN de Lacerda. Conforme Vera, a política externa de Jânio era contraditória e desagradava os militares, as elites conservadoras e o governo norte-americano.

- Quadros se declarava anticomunista e quando assumiu a Presidência, tentou reaproximar o Brasil da Rússia [então União Soviética] e da China, além de ter feito uma visita a Cuba, que havia se declarado socialista [após a revolução]. Isso o tornou um político não confiável.

Alarde de golpe e renúncia

Em meio a tantas polêmicas, o ex-padrinho político Carlos Lacerda, irritado com as contradições e a independência partidária de Jânio, quis reforçar entre os militares e a opinião pública, a ideia de que o presidente estava ligado ao comunismo. Lacerda foi à televisão denunciar um possível golpe que estaria sendo articulado pelo presidente e então ministro da Justiça, Oscar Pedroso Horta.

Na manhã seguinte, Jânio apresentou sua renúncia ao Congresso, que a aceitou de imediato. Para Newton Itokazu, as “forças ocultas” citadas na carta mostravam as dificuldades que o presidente teve para lidar com a oposição dos antigos aliados, a elite conservadora e os militares.

De acordo com Schmitt, porém, a abdicação foi o maior blefe de Jânio.

- Ele esperava obter poderes extraordinários com a renúncia. Jânio não tinha a intenção de sair do governo pelas portas do fundo.

Para o historiador Marco Antônio Villa, da Ufscar (Universidade Federal de São Carlos), Jânio tinha uma enorme instabilidade emocional. Segundo ele, o presidente esperava voltar ao poder pelo clamor popular.

- Jânio tentou construir uma versão da renúncia que nem ele conseguiu entender.

Por fim, seu vice, João Goulart, que no momento fazia uma viagem à China comunista, assumiu o poder – fato que reforçou a resistência das elites conservadoras e militares, e que, no fim, culminaria com o golpe militar de 1964.

Fonte: http://noticias.r7.com/brasil/noticias/renuncia-de-janio-quadros-completa-50-anos-20110825.html?question=0

terça-feira, 5 de abril de 2011

Amor e Revolução: Estréia no SBT novela que vai criar muita polêmica no Brasil


A novela Amor e Revolução, que estreia nesta terça-feira (5), às 22h15, no SBT, vai escancarar, em horário nobre, os abusos cometidos pela ditadura militar que comandou os rumos do Brasil entre 1964 e 1985.

Apesar de o autor Tiago Santiago e o diretor Reynaldo Boury bradarem aos quatro ventos que não vão tomar as dores de um dos lados dessa história, que mostra um dos mais cruéis embates entre membros esquerdistas da sociedade civil e o poder da ditadura militar de direita, a trama foca seus heróis nos estudantes e militantes de esquerda.

A novela, pensada por Santiago em 1995 para ser feita em dobradinha com o falecido diretor Herval Rossano, só chega ao ar 16 anos depois e justo no momento em que uma ex-estudante presa e torturada pela ditadura está no poder máximo do país, na Presidência da República: Dilma Rousseff.

O autor diz que “o tempo agora é propício” para seu folhetim, escrito com a colaboração de Renata Dias Gomes e Miguel Paiva.

- Apesar de vivermos um momento tão propício, preciso lembrar que este tema [a ditadura militar] nunca deixou de estar presente na vida brasileira.

É com lágrima nos olhos que Boury lembra que a novela começa em uma espécie de luto, já que o produtor da trama, Sergio Madureira, morreu na semana passada, vítima de complicações provocadas por um AVC (acidente vascular-cerebral).

- A novela será uma homenagem ao Sergio, que foi a alavanca que tornou essa obra possível. Ele tinha de estar aqui [emocionado].

Boury conta que cada capítulo será encerrado com um depoimento, de um a três minutos, de pessoas que têm histórias importantes vividas nos anos de chumbo. Dos mais de 70 gravados, todos são de militantes da esquerda, o que obriga o diretor a fazer um apelo.

- Os depoimentos estão abertos a todos os seguimentos da sociedade, seja de direita ou de esquerda.

Militares e estudantes


Bacharel e mestre Ciências Sociais na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e democrata confesso, Santiago tem conhecimento de sobra para abordar o período.

- Como novelista, sempre percebi que a ditadura foi uma época de grandes emoções. Por enquanto, estamos com um número de 180 capítulos, mas se a trama tiver o sucesso que esperamos, este número pode aumentar.

Santiago disse que evitou contornos maniqueístas para contar sua história. Tanto que o protagonista é o militar legalista José Guerra (Claudio Lins), interpretado por Claudio Lins, que se apaixona pela estudante de esquerda Maria Paixão (Graziela Schmitt). O dramaturgo de esquerda Mario Vieira (Gustavo Haddad) e a atriz (Thais Pacholek) serão os rivais dessa relação de amor.

Assim como o trabalho dos estudantes e militantes revolucionários, a novela ainda vai abordar a importância de setores da imprensa e da igreja na resistência à ditadura. A trama ainda tem uma participação especial: a do ator Claudio Cavalcanti, há dez anos afastado da TV. Ele será Geraldo, um líder camponês que será barbaramente torturado no Dops (Departamento de Ordem Política e Social).

Para embalar essa história, a trilha reúne o melhor da MPB. Roda Viva, de Chico Buarque na voz do MP4 foi o tema de abertura escolhido. A trilha ainda tem London, London e Alegria, Alegria, de Caetano Veloso; Apesar de Você, de Chico Buarque; Domingo no Parque, de Gilberto Gil; e Carcará, em interpretação de Fafá de Belém.

Fonte: http://180graus.com/cultura/novela-amor-e-revolucao-estreia-retratando-historia-da-ditadura-416662.html

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

2ª Guerra: Tomada de Monte Castello pela FEB

No dia 21 de fevereiro de 1945, a Força Expedicionária Brasileira realizou um dos seus mais marcantes feitos durante a Campanha da Itália—a conquista do Monte Castello, até então considerado uma fortaleza inexpugnável.

Essa conquista tornou-se épica tanto pelo expressivo significado tático daquela elevação, como pelas condições de extrema adversidade que envolveram a operação de ataque.

Sob as primeiras manifestações do inverno italiano, realizaram-se três ataques a Monte Castello, em 24, 25 e 29 de novembro, com resultados desfavoráveis, em virtude das condições topográficas bastante inferiores das nossas posições, atacando de baixo para cima, em encostas íngremes, cobertas de neve e enlameadas, sem apoio aéreo e de blindados e, em parte, devido à reduzida experiência de combate dos dois últimos escalões recém-chegados ao campo de batalha. Em 12 de dezembro, refeitos os planejamentos, mas ainda sob as mesmas condicões adversas anteriores, desencadeou-se um quarto ataque, que também não logrou êxito.

Finalmente, com a aproximação da primavera, a of ensiva foi retomada, em fevereiro de 1945, desta vez contando-se com apoio aéreo e de blindados.

A 21 de fevereiro, antes do alvorecer, partiram os brasileiros contra Monte Castello, que caiu já ao entardecer, após muita tenacidade e muito sangue derramado. Do seu topo ouviu-se o brado de vitória dos pracinhas, que ainda teriam que se superar ao enfrentar várias reações dos experientes soldados alemães, até a consolidação da conquista ser efetivada.

Caíra o baluarte de Monte Castello. Sagraram-se, no altar do campo de batalha, os heróis brasileiros, lídimos representantes de todo um povo há pouco ferido em sua soberania.

REINALDO NONATO DE OLIVEIRA LIMA - Ten. Cel. Art. Centro de Comunicação Social do Exército

Fonte: http://www.vivabrazil.com/vivabrazil/tomada_do_monte_castelo_-_wwii.htm

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Computador comemora 65 anos

Hoje em dia um iPhone na mão de uma criança é um brinquedo manipulado com extrema naturalidade. Quem nasce na era do touch-screen não imagina que está diante de um velhinho que, nesta segunda-feira (14), completa 65 anos de vida: o computador digital. A data marca o lançamento do Eniac (abreviação de Electrical Numerical Integrator and Computer), desenvolvido na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, entre 1943 e 1946. A importância do Eniac está em ser o primeiro computador eletrônico digital que calculava em larga escala.

"O Eniac foi o primeiro do tipo desenvolvido nos Estados Unidos em um projeto bem sucedido e predecessor de computadores importantes para a evolução dessas máquinas", afirma Maria Cristina Ferreira de Oliveira, professora do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP). Segundo a professora, o projeto inicial previa o investimento de US$ 150 mil, mas acabou custando US$ 400 mil. "Na época, para criar qualquer máquina era necessário mihões de dólares", conta Maria Cristina.

Computadores e a guerra
Engana-se quem imagina que, na década de 1940, os pesquisadores pensavam em elaborar um computador para uso pessoal. Essas máquinas se desenvolveram significantemente com a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais. O Eniac, por exemplo, foi criado para calcular tabelas balísticas. "Os americanos queriam saber como deveriam posicionar seus canhões para certar o alvo. Antes do Eniac, esses cálculos exigiam grande esforço humano, sistematizado e automatizado com o computador e que também reduziu erros", explica a professora.

O Eniac demandava muita mão de obra. Ele ocupava uma sala com 300 m2, tinha 2,5 m de altura e pesava 30 toneladas. Possuía 17.470 válvulas que esquentavam e , por queimarem, sempre tinham que ser substituídas. Ele era programado fisicamente por um painel repleto de plugues e chaves - conforme a posição delas, ele executava uma tarefa.

Os dados eram inseridos por meio de cartões perfurados, sendo que o resultado era apresentado em um painel repleto de luzes, chaves e cabos que acendiam ou apagavam de acordo com a função. Realizava cinco mil operações aritméticas por segundo. De acordo com o Computer History Museum, localizado na Califórnia, Estados Unidos, em uma década esse trambolho fez mais contas do que a humanidade inteira tinha feito até então. "Hoje, qualquer calculadora de engenharia é mais rápida que ele", conta Maria Cristina.

História do computador
No livro "Introdução à Programação com Ada 95", o autor Arthur Vargas Lopes conta que as avós dos computadores eram as máquinas de somar no início do século 17. Em meados de 1800, criou-se uma conhecida como "difference engine" que definiu o conceito de computador digital mecânico controlado por programa, que incorporava uma unidade aritmética, uma unidade de armazenamento, mecanismos para leitura e gravação de cartões perfurados para impressão".

Segundo o museu Computer History Museum, o censo de 1890 nos Estados Unidos, com cerca 63 milhões de habitantes, não teria terminado antes de 1900 se não fosse criada a máquina de tabulação que lia dados gravados em cartões perfurados. Inspirado na ideia, em 1934, o computador Mark 1, projetado na Universidade de Harvard, multiplicava dois números de 23 dígitos em seis segundos - um computador atual faz o mesmo em menos de um segundo.

Depois do Eniac, nasceu o Edvac com memória binária - como são os computadores atualmente -, marcando o aparecimendo dos modernos computadores digitais. O Edvac, diferentemente do antecessor, usava a mesma memória para armazenar dados e programas sem a necessadade de alterações na parte física (espécies de manivelas). Em seguida, veio o Univac, primeiro computador comercial. "Antes, os computadores eram essencialmente usados em ambientes acadêmicos e de pesquisa", explica Maria Cristina. "Países, bancos, grandes coorporações tinham interesse nele, já que fazia cálculos funcionando em diferentes contextos", completa.

A demanda pelo computador crescia em meados de 1950. Na época, os interessados reservavam horas para usá-lo. Até que vieram os mainframes, que poderiam ser comprados por um preço mais acessível, mas deveriam ser mantidos em salas refrigeradas. Para aplicações acadêmicas, foram criados os minicomputadores e, em seguida, os microcomputadores e os computadores pessoais (PCs). Até chegarmos ao que conhecemos hoje. Veja a evolução dos computadores, com fotos do Computer History Museum:

Computer History Museum


Computer History Museum


Computer History Museum


Computer History Museum


Computer History Museum


Computer History Museum


Computer History Museum


Computer History Museum


Computer History Museum


Computer History Museum


Computer History Museum

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/11022011/48/tecnologia-saiba-65-anos-computador-eletronico.html


sábado, 20 de novembro de 2010

20 de Novembro: Dia da Consciência Negra


História do Dia Nacional da Consciência Negra

Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.

A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também um forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo.

Importância da Data

A criação desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país. É um dia que devemos comemorar nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira.

A abolição da escravatura, de forma oficial, só veio em 1888. Porém, os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as injustiças advindas da escravidão.

Vale dizer também que sempre ocorreu uma valorização dos personagens históricos de cor branca. Como se a história do Brasil tivesse sido construída somente pelos europeus e seus descendentes. Imperadores, navegadores, bandeirantes, líderes militares entre outros foram sempre considerados hérois nacionais. Agora temos a valorização de um líder negro em nossa história e, esperamos, que em breve outros personagens históricos de origem africana sejam valorizados por nosso povo e por nossa história. Passos importantes estão sendo tomados neste sentido, pois nas escolas brasileiras já é obrigatória a inclusão de disciplinas e conteúdos que visam estudar a história da África e a cultura afro-brasileira.

Fonte:http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/dia_consciencia_negra.htm

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

121 Anos da Proclamação da República


Em 15 de novembro de 1889, o Brasil mudou sua história com a proclamação da República, feita pelo marechal Deodoro da Fonseca no Rio de Janeiro. A data marcou o fim da monarquia brasileira. Um governo provisório foi estabelecido e o decreto número um anunciava a República Federativa.

Após 67 anos, a monarquia chegava ao fim. No dia 18 de novembro, D.Pedro II e a família imperial partiam rumo à Europa. Tinha início a República Brasileira com o Marechal Deodoro da Fonseca assumindo provisoriamente o posto de presidente do Brasil. A partir de então, o pais seria governado por um presidente escolhido pelo povo através das eleições. Foi um grande avanço rumo à consolidação da democracia no Brasil.

Desde a proclamação da República, contando com a eleição da primeira mulher presidente Dilma Rousseff, temos 44 presidentes eleitos, seja pelo voto direto ou indireto.

Fonte: http://www.oreporter.com/detalhes.php?id=32509

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Fotos de Líderes e Ditadores Famosos na Juventude

Confira nas imagens a seguir, fotografias de importantes líderes políticos e ditadores em sua juventude.

Nelson Mandela


Tony Blair


George W. Bush


Fidel Castro


Che Guevara


Jacques Chirac


Winston Churchill


Ghandi


Adolph Hitler


John F. Kennedy


Khomeini


Kim Jong II


Mao Tsé Tung


Vladimir Putin


Ronald Reagan


Saddam Hussein


Joseph Stalin


Yasser Arafat

Fonte: http://curiosidadesnanet.wordpress.com